Episódio 4 – Entrevista com Manuel Moreira

| 16/05/2012 | 2 Comments
Manuel Moreira em entrevista no Wine Pulse

Manuel Moreira Escanção

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Depois de várias voltas para conseguir estacionar em Sintra (o costume) lá consegui chegar ao GSpot o pequeno restaurante que o Manuel Moreira partilha com outros sócios e que representa muito bem aquilo que em Portugal se faz de melhor na restauração.

O episódio de hoje do podcast tem como convidado, como já perceberam, o Manuel Moreira o escanção que não é só escanção mas que é acima de tudo escanção. Vamos conhecer um pouco do percurso do Manuel até aos dias de hoje, vamos conhecer algumas das suas influências e qual a sua visão do vinho português actual e futuro. Falámos também sobre a mais recente edição do seu guia de vinhos.

Espero que gostem de ouvir o Manuel tanto como eu gostei.

Eis alguns locais onde podem encontrar o Manuel:
- Página Facebook
- Guia de vinhos portugueses 2012
- Restaurante GSpot Gastronomia

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Category: Podcast

Comments (2)

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  1. Jorge Rosas diz:

    Parabéns Manuel pela excelente entrevista.
    Gostaria apenas de clarificar algumas questões. O meu Pai, José António Ramos Pinto Rosas (e não eu), sempre com a preocupação de melhorar a qualidade dos vinhos produzidos no Douro, fez na década de 60/70, (muito provavelmente) o primeiro “campo experimental” da região, com o objectivo de estudar as castas durienses. Mais tarde o João Nicolau de Almeida integrou a equipa e juntos continuaram esse trabalho. No início da década de 80 foi publicado um estudo na universidade de Vila Real com a indicação de quais seriam as melhores castas da RDD. É um facto que a partir dessa altura começou-se a plantar em massa T.N., T.R., T.F., T.C. e Barroca. No entanto, o estudo das castas continuou tanto pela mão destes dois pioneiros, mas também pela ADVID (www.advid.pt), associação que o meu Pai decidiu criar em 1982, pois pensava que deveria ser um organismo representado por vários produtores (e não por um só) que deveria realizar este (e muitos outros trabalhos científicos) para melhorar a viticultura duriense. Temos no Douro um património genético extraordinário que devemos preservar, mas também temos obrigação de estuda-lo. Viva a diversidade!
    Abraço amigo
    Jorge

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